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06 novembro 2010

Unção e técnica musical




O músico precisa ter cuidado para não se preocupar somente com a música ou com a técnica musical; deve buscar um equilíbrio em sua caminhada, deixando que o Espírito Santo conduza sua vida ao deserto, para a provação e libertação e, em seguida, o mesmo Espírito o conduza para o meio do povo, a fim de libertar e curar por intermédio da música. 

Muitos músicos ainda não foram "aprovados" no deserto, estão sendo reprovados diante das provações e tentações; não se entregaram à graça do Espírito Santo para vencer o pecado. No entanto, se preocupam em estar no meio do povo, mas sem consciência de que sua presença não tem autoridade diante do demônio e, muito menos, sua música pode libertar alguém. Muitos músicos precisam ser libertos para depois sair e ajudar as pessoas a se libertarem.

Como ajudar alguém a sair do adultério se nós não conseguimos sair dele? Como ajudar alguém a se libertar dos vícios se ainda não vencemos essa tentação em nossas vidas? Como falar em roubo, masturbação, mentira, irresponsabilidade se no deserto nos entregamos a tudo isso? O músico precisa ter equilíbrio e estar aberto para as libertações que Deus precisa fazer nele.

Muitos querem tocar para Deus todo o tempo que puderem, porém, não entendem que a verdadeira música do céu não pode ser tocada sem o Espírito os conduzir ao deserto. É no deserto que Ele os liberta dos males e dos pecados, lhes dá a vitória sobre o inimigo e, em seguida, os conduz a fazer um "barulho de Deus" nos corações das pessoas. 

Nos grupos de oração, o músico pode até tentar exorcizar com seu canto, mas o que faz a diferença é se ele já foi aprovado no deserto. Caso não, as pessoas vão embora no mesmo estado em que entraram no grupo.


Trecho do livro: "O Músico e a Arte de Servir a Deus"



Retirado de Cancaonova.com/musica

05 novembro 2010

Como Descobrir sua vocação!



http://www.webtvcn.com/video/descoberta_vocacao

13 outubro 2010

01 outubro 2010

Rádios Católicas


Retirado de http://www.catolicos.com.br/conteudo.asp?p=p000002. Acesse.

04 julho 2010

Ser humilde é ser santo!

Nossos méritos são graças de Deus

Para fazer a vontade de Deus é preciso, antes de tudo, ser humilde, "pobre de espírito" (anawin) como pediu Jesus. A Igreja, sempre iluminada e assistida pelo Espírito Santo, em sua experiência bimilenar, nos ensina que os piores pecados são aqueles chamados por ela de "capitais". "Capital" vem do latim "caput", que quer dizer "cabeça". São pecados "cabeças", isto é, que geram muitos outros. Por isso eles sempre mereceram, por parte da Igreja, uma atenção especial. São sete: soberba, ganância, luxúria, gula, ira, inveja e preguiça.
Houve um santo que disse que, se a cada ano, vencêssemos um desses sete pecados, ao fim de sete anos, seríamos santos. Portanto, vale a pena refletir sobre eles, a fim de rejeitá-los, com o auxílio da graça de Deus e de nossa vontade. O primeiro, e sem dúvida o pior de todos, é a soberba. É o pior porque foi exatamente o que levou os anjos maus a se rebelarem contra Deus, e levou Adão e Eva à desobediência mortal.
A soberba consiste na pessoa sentir-se como se fosse a geradora dos seus próprios bens materiais e espirituais. O soberbo se esquece de que é uma simples criatura, que saiu do nada pelo amor e chamado de Deus, e que, portanto, d'Ele depende em tudo. Como disse santa Catarina de Sena, esse pecado "rouba a glória de Deus", pois quer para si as homenagens e os aplausos que pertencem somente ao Senhor, já que Ele é o autor de toda graça.
A soberba é o oposto da humildade, palavra que vem de "humus", daquilo que se acha na terra, pó. O humilde é aquele que reconhece o seu "nada". Pela humildade e pela humilhação Jesus se tornou o "novo Adão" que salvou o mundo (cf. Rm 5,12s). A Santíssima Virgem Maria, a Mãe do Senhor, tornou-se a "nova Eva", como ensina a Igreja, porque na sua humildade destruiu os laços da soberba da primeira virgem. Ela disse: "Ele olhou para a humildade de sua serva" (Lc 1,39).
São João Batista também foi modelo dessa virtude [humildade] e nos ensinou a sua essência ao falar de Nosso Senhor Jesus Cristo: "Importa que Ele cresça e que eu diminua!" (Jo 3,30). Isso diz tudo. Quando Cristo iniciou a vida pública, João o apresentou para o povo: "Eis o Cordeiro de Deus" e desapareceu, até ser martirizado no cárcere de Herodes. Que lição de humildade! Também Nossa Senhora, sendo, "a Mãe do Senhor" (cf. Lc 2,43), fez-se "a escrava do Senhor" (cf. Lc 1,38).
Muitos cristãos são cheios de boas virtudes, mas, infelizmente, tornam-se "inchados", pensando infantilmente que essas boas virtudes são méritos próprios e não graças de Deus, para serviço dos outros.
Ser humilde é ser santo, é viver o oposto de tudo isso: é saber descer do pedestal, é não se autoadorar, é preferir fazer a vontade dos outros à própria, é ser silencioso, discreto, escondido, é fugir das pompas e dos aplausos.
 Prof. Felipe Aquino

02 julho 2010

COMO FAZER O DOWNLOAD DAS PREGAÇÕES

Para baixar as pregações clique na pregação escolhida, caso ela abra em uma nova guia, com um player central (como mostrado abaixo), siga os passos.



1º PASSO: 



Após seguir os passos acima e clicar em SALVAR PÁGINA COMO, abrirá uma janela

2º PASSO:
Escolha o LOCAL  para salvar o arquivo, e o NOME para o arquivo (caso queira mudar o nome deste arquivo), depois clique em SALVAR


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Se a pregação escolhida abrir em uma aba em branco e logo após seu player de música abrir automaticamente, é pelo fato da pregação ser em formato .ASX, com isso o player executará o arquivo. 
Após sua completa execução (ou carregamento, ou mesmo se você desejar baixar direto para seu computador sem antes escutar ou esperar o carregamento completo) vá em ARQUIVO (caso não apareça em seu player, aperte ALT  - no teclado -, daí aparecerá a opção ARQUIVO), depois clique em SALVAR COMO. irá abrir uma nova janela, daí você escolhe o LOCAL onde deve ser salvo , depois o NOME do arquivo se desejar alterá-lo, e logo após isto clique em SALVAR.


COMO SEGUE NAS IMAGENS ABAIXO








Qualquer dúvida.. . . . Pergunte! 


PAZ E BEM.

01 julho 2010

Experimente silenciar!

Olá, galera! Paz e bem! Um dos grandes erros que cometemos, nos dias de hoje, no que diz respeito ao seguimento de Cristo e até mesmo ao exercício de alguma função é o não saber silenciar.


Você já parou para pensar como facilmente perdemos a concentração? Qualquer barulho, por mais simples que seja, nos tira o foco, chama a nossa atenção e nos desvia do objetivo.
Já não bastasse essa tendência natural, o mundo também tem nos estimulado nisso, pois tudo é muito “barulhento”: as músicas, os carros, a rua. Não “escutamos o silêncio”, não ouvimos a voz da natureza, não ouvimos nem mesmo o irmão que está ao nosso lado, que mora conosco, que trabalha no mesmo departamento, e ainda mais: não ouvimos a voz de Deus, que fala no silêncio. Já percebeu que quando chegamos em casa a primeira coisa que fazemos é ligar o televisor ou o aparelho de som?


Se não soubermos silenciar, não escutaremos a voz de Deus, não escutaremos o irmão, não escutaremos nem mesmo a nossa consciência, e é nesse ponto que o erro acontece, erro que pode modificar uma vida inteira.


Ah, como seria bom se aprendêssemos a silenciar, como fazem os monges, os eremitas, os santos, os estudiosos, os místicos! Homens e mulheres que se refugiam em locais especiais, que de especial estes têm o silêncio, a natureza, a solidão. E quando não há ninguém por perto encontramos a Deus, encontramos a nós mesmos, encontramos a todos.


O silêncio é a primeira canção que o ministro de música precisa ouvir. Saber conviver com a solidão é sinal de maturidade espiritual.


A princípio não é fácil lidar com o silêncio, temos dificuldades. Mas isso é de se esperar, pois não estamos acostumados. No entanto, com disciplina e perseverança, tornamos o que não é natural em algo espontâneo.


Experimente silenciar. Deus abençoe.
"Tamu junto"!

Emanuel Stênio
Missionário e músico da Canção Nova
Texto retirado de: 
http://www.cancaonova.com/cnova/ministerio/temp/inf_txt.php?id=1954

Não desista de Viver - Diego Fernandes - Patituras

Partituras do CD Não desista de Viver - Diego Fernandes
(clique no link)

Não desista de Viver - Diego Fernandes - Patituras

Partitura do CD LINDO CÉU, de Adriana

Partitura do CD LINDO CÉU, de Adriana
                                                                                       (clique no link)
LINDO CÉU - ADRIANA - PARTITURA 

22 junho 2010

Vaticano apresenta as imagens mais antigas dos apóstolos de Jesus

Mirticeli Medeiros

Canção Nova Notícias, Roma

Foram apresentadas nesta terça-feira, 22, no Vaticano, várias descobertas nas catacumbas de Santa Tecla, consideradas pelos arqueólogos algumas das mais importantes já feitas. Você vai se surpreender na reportagem de Mirticeli Medeiros.

Assista  

http://www.webtvcn.net/video/roma_descoberta_catacumbas


Aqui em Roma, não é permitida a entrada de emissoras de televisão em catacumbas milenares como esta, só que hoje, foi diferente. Jornalistas de todo o mundo foram convidados para ver de perto uma descoberta que encantou arqueólogos, estudiosos e o próprio Vaticano.
Monsenhor Giafranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura juntamente com estudiosos da Comissão de Arqueologia Sacra anunciaram o que encontraram após um reparo que durou dois anos na Catacumba de Santa Tecla.



Este local que antes estava coberto por calcário trata-se de um mausoléu de uma romana nobre do século 4. Ao redor do túmulo, os ícones de São Pedro, São Paulo, São João e Santo André chamam a atenção por serem considerados os mais antigos já encontrados. Em outra parte, uma figura que representa o colégio apostólico demonstrando o respeito e a veneração dos primeiros cristãos por aqueles que foram escolhidos pelo próprio Cristo.


Um dia inesquecível para os jornalistas, amantes de história e sem dúvida, para todos os cristãos. Nas pinturas, a fé que nem o tempo foi capaz de apagar. 

17 junho 2010

Eugênio Jorge e Eliana Ribeiro partilham sobre música e evangelização

Olá galera, hoje trago pra vocês esta bela partilha dos músicos Eliana ribeiro e Eugênio Jorge, retirado do portal da canção nova - http://www.cancaonova.com/cnova/ministerio/temp/inf_txt.php?id=001948

A missionária e ministra de música da Comunidade Canção Nova Eliana Ribeiro e o cantor e compositor católico Eugênio Jorge participaram do programa da TV Canção Nova Trocando Idéias especial de música e evangelização', que vai ao ar todas as terças-feiras às 20h30 com apresentação do músico e missionário Ricardo Sá.

A atração contou com a participação do público presente no Auditório São Paulo e dos telespectadores que se fizeram presentes por intermédio do Twitter, fazendo perguntas aos cantores sobre variados assuntos. 

Confira: 
Assista a parte I
Por que os shows estão com um valor alto? 

Eugênio Jorge - Não conheço a realidade a que se refere, mas sabemos que os custos para a realização de um show não são simples: transporte, músicos profissionais que vivem da música, entre outros custos que envolvem esta realidade.

Existem eventos que são feitos pelas prefeituras e os que são feitos pela Igreja. É preciso haver a ponderação, porque existem locais em que a prefeitura realiza eventos e contratam cantores seculares a peso de ouro. Por que não direcionar 10% disso para ajudar um grupo musical cristão? Onde você vai cantar? Como é a paróquia? É um show fechado? Tem bilheteria? Tem patrocínio? É necessário fazer uma avaliação, antes de estabelecer um preço, que pode realmente escandalizar e até prejudicar a comunidade, deixando dívidas.

Eliana Ribeiro - Posso dizer da Canção Nova, que até 2009 não cobrava determinado valor. Porque a nossa missão é evangelizar e levar a música a tantos lugares em que somos convidados. Porém, começamos a observar que quando pedíamos uma doação ministerial, uma doação espontânea, isso nunca acontecia. 
Os promotores dos eventos ganhavam muito dinheiro, e acabava que a Canção Nova como obra, que vive das doações, da Providência Divina, não tinha um retorno financeiro. 

A equipe foi estudando isso, observando e a partir deste ano de 2010, começamos a fazer este trabalho. Observamos como as pessoas têm levado isso a sério, pois na Canção Nova tudo é para a obra [de evangelização], começando dos CDs até os shows. Eu não ganho cachê, é interessante essa pergunta para esclarecer aquilo que é nossa missão como Canção Nova.


Eliana, como uma mulher casada, missionária e com filho, concilia tudo com a missão de evangelizar?
Assista parte II 

Eliana Ribeiro - Estou no caminho, aprendendo, a cada dia, junto com a comunidade e com ajuda psicológica. Quando estou em casa, sou inteira do Fábio e do Daniel e quando estou na missão, sou inteira da missão. Vou assumindo cada papel que me é confiado, mas, é claro, dando as devidas prioridades à minha família. E ao me colocar por inteira, dando qualidade de presença em tudo o que faço, isso me ajudou muito. Precisei de acompanhamento, de conversar muito com meus irmãos mais experientes e trocar muitas ideias. Só consigo conciliar tudo isso sendo inteira em tudo o que faço.

Eugênio, de onde vem tanta inspiração para compor lindas canções?
Assista parte III

Eugênio Jorge - Vem de Deus, é um dom, uma graça, eu não estudei para isso. Como Eliana Ribeiro, eu nunca pensei em viver esta realidade. Na verdade, eu era percussionista em uma escola de samba – e trocar de sambista a salmista – eu não esperava. Mas, foi a conquista que Deus fez na minha conversão, e logo em seguida, Ele me confiou uma música, embora eu não fosse compositor. A inspiração vem de Deus, desta busca de Deus, eu quero me apaixonar pelo Senhor cada vez mais. Essa busca acaba transbordando em canção.


Eliana, como você lida com o público, quando ele a trata como um ídolo, uma artista?
Assista parte IV

Eliana Ribeiro – O maior desafio é mostrar para as pessoas que não somos artistas. No Brasil, que se tem a cultura de novela, do artista, as pessoas trocam de canal, veem um ator de novela, logo, mudam para Canção Nova e nos veem, para muitos, é a mesma coisa. Mas, o nosso diferencial é que levamos Jesus, é a escolha de cantar Jesus, falar de Jesus, de viver aquilo que cantamos. 

Eliana, quando você não está bem emocionalmente, como consegue cantar no show?

Eliana Ribeiro – É cantar e viver, viver e cantar. Deus está nisso, existem momentos quando canto "Um consagrado para amar" que me dá uma imensa saudade de casa. "É na nossa fraqueza que Deus manifesta Sua força." 

Eugênio, comente sobre o "estrelismo" no ministério de música. Como trabalhar isso?
Assista parte IV

Eugênio – Tomei São João Batista como referência do meu ministério de música, o tenho como o grande patrono de nós evangelizadores músicos. Ele nos coloca em nosso devido lugar quando diz: "Convém que Ele cresça e que eu diminua". São João Batista nunca chamou para si mérito algum, e quando alguém teve de dar testemunho dele foi o próprio Jesus que o fez dizendo: "Dos nascidos de mulher, nenhum profeta é maior que João Batista". 
Quando nos entregamos ao ministério com generosidade, é o próprio Deus que o [ministério] honra. Não precisamos buscar luzes, holofotes para brilhar, o próprio Deus vai conduzindo todas as coisas. Aprendi com monsenhor Jonas Abib, que me disse: "Faça bem o seu trabalho para Deus e as coisas vão acontecer naturalmente, trabalhe para o Senhor dedicadamente, mas para o Senhor". Queremos servir a Deus com toda a sinceridade do coração e Ele acaba nos usando para ser sinais para os outros.

13 junho 2010

Casamento é uma preparação que começa no namoro

Padre José Augusto
Foto: Vania Regina/CN
Neste dia do Imaculado Coração de Maria, a Igreja nos traz estas leituras que são importantes para entender as questões do namoro e do casamento, pois Maria foi escolhida para ser a mãe de Jesus e o Salvador precisava de uma família.

Em Isaías, o profeta diz: “
A descendência do meu povo sera conhecida entre as nações e seus filhos se fixarão no meio dos povos; quem os vir há de reconhecê-los como descendentes abençoados por Deus. Exulto de alegria no Senhor e minha alma regozija-se em meu Deus; ele me vestiu com as vestes da salvação, envolveu-me com o manto da justiça e adornou-me como um noivo com sua coroa, ou uma noiva com suas joias.” (Is 61,9-10). Percebam uma coisa: o casamento, na linguagem bíblica, está relacionado a um povo que precisa adorar ao Deus Único e Verdadeiro. Casamento está ligado a isso. E quando se fala de casamento, na Bíblia, se fala de uma coisa muito séria.

Já no Evangelho de hoje, vemos o retrato da Família de Nazaré. Se Maria e José eram casados, como foi este casamento? Como deu certo? Para os judeus, o casamento acontecia num ambiente de muita alegria e, para chegar a ele, se passava por alguma etapas.

Primeiramente, acontecia o noivado, em que o pai escolhe a noivo para o filho. Em Gênesis, capítulo 24, vemos que Deus ordena ao seu povo que se casassem com pessoas de dentro do povo de Israel. Ou seja, não se escolhia qualquer pessoa para seus filhos. E hoje em dia, tudo tem acontecido bem diferente. Tratam o namoro como uma curtição e só querem alguém para passar a “mão na cabeça”. Carência se cura com oração!

Também acontece de casais namorarem, há anos, e a família nem conhece o namorado. Você pensa que seus pais vão te entregar para qualquer um?

A segunda etapa, para os judeus, é quando o noivo veste a roupa nupcial, em que expunha publicamente suas boa intenções com a noiva. José também precisou mostrar, nada ficava escondido. Durante esta cerimônia da veste nupcial, as famílias celebravam e o noivo assume a noiva, mas ainda não há relações sexuais. Cada um permanece na casa de seus pais, o noivo prepara a casa onde vão morar e a noiva o seu vestido e enxoval. É assim também com 
namoro: é um tempo de espera!
E, finalmente, a terceira etapa é o casamento. A noiva, que já aguarda preparando o seu vestido, precisava ficar na expectativa, pois não sabia a hora em que o noivo iria chegar. Mas não é o noivo que determina a hora que vai buscar a noiva, mas o seu pai. A partir disso, também compreendemos como Jesus sempre se apresentava como o Noivo, que deve ser aguardado por nós, mas também não é Ele que determina a hora, mas somente o Pai.

Depois que o pai do noivo diz a hora, os amigos dele vão à frente para anunciar a chegada do noivo. Ele, então, leva a noiva para a casa onde vão morar e recebem a benção. Acontece a lua de mel, consumam o casamento e é um momento tão importante que recebe sete dias de comemoração. A partir daí, vão realizar sua missão, inclusiva o da procriação.

Muitos casais, hoje, casam e não querem ter filhos. Isso não pode acontecer! Tem casais que não querem cuidar de gente, mas cuidam de cachorro! Se querem casar e não ter filhos, então não se case. 
A finalidade do casamento é a procriação. Quando o rapaz e a moça estão namorando devem ter esse desejo de ter filhos, ao se casarem.
E neste dia do Imaculado Coração de Maria, eu fiz questão de relatar como é o processo de um casamento judeu, com aconteceu com José e Maria. Vemos, assim, que 
o casamento é uma preparação, em que se passa por todo um processo de conhecimento. Conheça bem a pessoa com que você esta namorando para, depois, não dar problemas para nós, padres. Não quero dizer que não vamos ajudar, mas quanto menos trabalho, melhor.

E eu peço a São José e a Nossa Senhora que abençoem o namoro de vocês! Deus quer abençoar o seu namoro!

05 junho 2010

Igrejas devem restaurar comunhão plena e visível, indica Papa




Igrejas devem restaurar comunhão plena e visível, indica Papa


Bento XVI visitou o Arcebispado ortodoxo do Chipre em Nicósia, capital do país, para uma visita de cortesia ao Arcebispo de Nova Justiniana e de todo o Chipre, Sua Beatitude Chrysostomos II na manhã deste sábado, 5.

Citando os trabalhos de diálogo teológico bilateral com base na clareza e transparência, o Papa afirmou.


Acesse


"Que o Espírito Santo dirija e consolide esta grande iniciativa eclesial, que pretende restaurar a comunhão plena e visível entre as Igrejas do Oriente e Ocidente, uma comunhão que deve ser vivida na fidelidade ao Evangelho e à tradição apostólica, apreciando as legítimas tradições do Oriente e do Ocidente, e aberta à diversidade de dons com que o Espírito edifica a Igreja na unidade, santidade e paz".

O Santo Padre também expressou que une-se em oração para que os habitantes do Chipre busquem soluções justas para os problemas existente e contruam uma sociedade baseada no respeito dos direitos dos outros para as futuras gerações.

Da mesma forma, disse que não é possível permanecer indiferente à necessidade de apoiar os cristãos do oriente Médio.

"As comunidades cristãs do Chipre podem encontrar um campo muito frutífero para a cooperação ecumênica na oração e no trabalho conjunto para a paz, a reconciliação e a estabilidade na terra abençoada pela presença terrena do Príncipe da paz", finalizou.


Saiba mais sobre o Chipre

A capital do país é Nicósia. A população é de 794 mil habitantes, dos quais 25 mil são católicos (3,15% do total). Há uma circunscrição eclesiástica e 13 paróquias e um centro pastoral. Os bispos são 2, há 30 sacerdotes, 60 religiosos e um seminarista maior.

No total, 6.347 alunos frequentam os 22 centros de educação católicos (escolas maternais, primárias e secundárias). No que diz respeito a centros caritativos e sociais de propriedade da Igreja ou que são dirigidos por eclesiásticos ou religiosos, há dois hospitais, três ambulatórios, um asilo para anciãos, inválidos e deficientes e seis orfanatos e creches.


Retirado de Canção Nova notícias

Leonardo Meira
Da Redação

22 maio 2010

O que é a Festa de Pentecostes?

Pentecostes, do grego, pentekosté, é o qüinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.

A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, uma celebração da colheita (Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária. Nesta, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19, 1-16).

No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico. De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído, "como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.

Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.

Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): "Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos". O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e lhe garante a vida e a eficácia da missão.

Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.

O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.

19 março 2010

Salmo do Domingo 21/03/2010

Salmo do Domingo 21/03/2010

Melodias:
     - Protal da Música católica

   - Canção Nova

Quais músicas usar na Semana Santa?

Quais músicas usar na Semana Santa?

Nós, muitas vezes, escolhemos músicas erradas para os tempos litúrgicos como o período quaresmal, lembrando que esse tempo começa na Quarta-feira de Cinzas. Nós precisamos estar atentos a tudo aquilo que a liturgia traz para cada dia. Porque dentro da Quaresma existem as festas [próprias], então, nestas festas abre-se uma exceção para se viver outra realidade dentro da liturgia.

A Quaresma é o tempo forte que a Igreja vive de conversão e as músicas precisam estar voltadas para esta sensibilidade de saber que nós todos precisamos nos converter.

Desde o mais simples ao mais nobre, do primeiro ao último, todos nós somos convidados para viver a conversão e as músicas precisam estar voltadas para essa realidade. Do início ao fim da Santa Missa as músicas precisam estar voltadas para a conversão.

Na Quaresma nós também somos convidados para viver, de acordo com a Igreja do Brasil, a Campanha da Fraternidade. Desde 2006 nos foi escrito um documento para que deixassem de ser obrigatórios todos os cantos da Campanha durante a Santa Missa devido ao tempo quaresmal. Sendo assim, você não está dispensado de viver o tema da Campanha da Fraternidade nesse período, porém, você pode pegar o Canto de Aclamação e o Hino da Campanha e sempre lembrar desse hino em algumas músicas. No entanto, neste ano de 2010 o CD não traz tema nenhum, nem de Ato Penitencial, nem de Ofertório porque já foi deixado claro que não é mais obrigatório cantar os cantos da Campanha da Fraternidade por conta do tempo vivido pela Igreja.

A Semana Santa é muito importante para a Igreja, nós vivemos um tempo muito forte, que começa no Domingo de Ramos. A Santa Missa não pode ser vivida de qualquer jeito como se fosse somente uma festa, ela começa com a festa da Procissão de Ramos, que é a exaltação do Cristo Filho, e nós não podemos esquecer que esta festa foi feita em Jerusalém quando Jesus passou entre o povo e os ramos eram levantados, aclamando “Hosana ao rei, filho de Davi”. Só que, na liturgia do Domingo de Ramos, nós já vivemos toda a intensidade da entrega de Jesus no Horto da Oliveiras, e nós não podemos nos esquecer de que o Domingo de Ramos é voltado para tudo que vai se viver na Semana Santa.

Do Domingo de Ramos ao Sábado de Aleluia se vive intensamente a Semana Santa. Seria muito bom que fossem tirados todos os instrumentos de percussão nessa semana, para vivê-la bem. Coloque só um órgão, um carron, um violão, a voz o mais suave possível; ou um canto com coral para que vivamos bem e levemos a assembleia a este tempo, porque se colocamos qualquer instrumento, qualquer música que destoe dessa semana, vamos fazer com que os fiéis não vivam bem o tempo da Semana Santa. Tudo isso para que no Sábado de Aleluia e no Domingo, possamos cantar: “Aleluia e o Glória, Ele ressuscitou!”

Eu convido você, meu amigo, meu irmão músico, que está comigo sempre, que está com a Canção Nova sempre, a viver bem esse período, a ser obediente à Igreja e a ver o que a liturgia do dia está pedindo. Você verá que a unção vai pairar sobre você só pela sua obediência. A eficácia do seu trabalho vai se dar devido à disciplina daquilo que você vive junto com a liturgia do dia com a Igreja.

Um abraço a você! Na nossa simplicidade nós tentamos ajudá-lo da forma que podemos.
Deus o abençoe!

Por Karina Maria - Missionária da Comunidade Canção Nova
http://www.cancaonova.com/musica

15 março 2010

A música católica não é feita para fazer sucesso

A música católica não é feita para fazer sucesso


O músico exerce uma função importante na liturgia e também nos momentos de louvor. O que precisa estar muito presente no coração dele é a dinâmica da espiritualidade. A espiritualidade do músico católico deve ser voltada para a experiência católica.

Um exemplo: um músico católico que não vai à Missa, deixa de ser um músico católico, porque ela é o auge da espiritualidade católica. Outra coisa que precisa ficar presente na espiritualidade do músico católico é a Adoração Eucarística, buscar Jesus na Eucaristia e todas as suas vertentes, como a intimidade com a Palavra de Deus.

Você, músico, conhece muito bem as fontes de inspiração. Quando a música brota da Palavra de Deus, ela tem uma eficácia sobrenatural, basta você musicar a Palavra pela inspiração, buscar a harmonia no coração de Deus e você vai ver como a música "pega". A Bíblia em si já traz vida, libertação e cura. Precisamos fazer uma experiência com a Palavra de Deus.

Algo importante também é a intimidade com o Espírito Santo, porque – em minha opinião, e creio que não seja só em minha opinião – isso é obra de Deus, pois a inspiração da música católica precisa vir do Espírito Santo.

Nós também não precisamos consultar harmonias da música secular para colocar na música católica. Pois, assim, perde em unção, perde em eficácia, porque o Espírito Santo é a criatividade por excelência. É Ele quem dá a criatividade, então, não há necessidade de buscá-la em outras fontes.

Há uma passagem do profeta Jeremias que diz: "Os grandes da cidade enviaram os servos à procura de água. Encaminham-se estes às cisternas; água, porém, não encontram, e voltam com os recipientes vazios, envergonhados, confundidos, cobertas as cabeças" (Jer 14,3). O povo estava deixando as águas puras para buscar água em cisternas vazias.

Isso é muito importante para que tenhamos consciência. Não deixe a "água pura", a fonte da Palavra, da Eucaristia, da experiência dos santos, do relacionamento pessoal com a Virgem Maria. Tudo isso é fonte de inspiração. Não busque em "cisternas" vazias! Deus fala a nós nessa Palavra e nos indica o caminho a seguir.

A música, então, precisa brotar da oração e não de um acorde secular. O acorde é Deus quem vai dar. Conheço muitos músicos e, partilhando com eles sobre o nascimento de uma música, sei que ela vem de um momento de oração e Adoração Eucarística.

A música católica não é feita para fazer sucesso. O sucesso que Deus quer são almas salvas, vidas transformadas, pessoas curadas! E a música tem este poder. Assim como tem o poder de fazer uma pessoa se embriagar, se drogar – como vemos, por exemplo, nas festas rave – ela tem o poder de transformar uma vida. Nós precisamos "virar a mesa", virar o jogo e apresentar uma música pura, que vem do Céu e transforma vidas.

Que Deus abençoe você e que Ele próprio o inspire. Não busque fora de Deus, porque só Ele tem a inspiração para o novo da sua canção.



Padre Roger Luis da Silva

Comunidade Canção Nova

13 março 2010

Salmo do DOMINGO - 14/03/2010

MELODIAS:
-- PORTAL DA MÚSICA CATÓLICA (www.portaldamusicacatólica.com.br)

audio:
http://portaldamusicacatolica.com.br/salmos/salmo_33_diacada.mp3
letra & cifra:
http://portaldamusicacatolica.com.br/salmos/salmo_33.doc

-- CANÇÃO NOVA (www.cancaonova.com/musica)



cifra:
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10 março 2010

Carta do Papa João Paulo II sobre a Música Litúrgica

Carta do Papa João Paulo II sobre a Música Litúrgica

Extraída do Osservatore Romano de 13/12/2003

Quirógrafo do Sumo Pontífice João Paulo II no centenário do Motu proprio «Tra le sollecitudini» sobre a Música sacra

Publicamos a seguir o texto do Quirógrafo de João Paulo II, publicado por ocasião do primeiro centenário do Motu proprio «Tra le sollecitudini» sobre a Música sacra, emanado pelo Papa Pio X, em que se recorda a importante função da música, como instrumento de elevação do espírito e como ajuda preciosa para os fiéis na «participação activa nos sacrossantos mistérios e na oração pública e solene da Igreja».

Eis a tradução do mencionado Quirógrafo pontifício:

1. Impelido por um profundo desejo «de manter e de promover o decoro da Casa de Deus», o meu Predecessor São Pio X emanava, há cem anos, o Motu proprio Tra le sollecitudini, que tinha como objecto a renovação da música sacra nas funções do culto. Com isso, ele pretendia oferecer à Igreja indicações concretas naquele sector vital da Liturgia, apresentando-a «quase como um código jurídico da música sacra». Tal intervenção, igualmente, fazia parte do programa do seu pontificado, que ele tinha resumido no dístico: «Instaurare omnia in Christo».

A data centenária do documento oferece-me a ocasião para destacar a importante função da música sacra, que São Pio X apresenta seja como um meio de elevação do espírito a Deus, seja como ajuda para os fiéis na «participação activa nos sacrossantos mistérios e na oração pública e solene da Igreja».

A especial atenção que é necessário reservar à música sacra recorda o Santo Pontífice, deriva do facto de que, «como parte integrante da solene liturgia, dela faz parte a finalidade geral que é a glória de Deus e a santificação e a edificação dos fiéis». Interpretando e expressando o sentido profundo do sagrado texto ao qual está intimamente unida, ela é capaz de «acrescentar maior eficácia ao mesmo texto, para que os fiéis [...] se disponham melhor para acolher em si os frutos da graça, que são próprios da celebração dos sacrossantos mistérios».

2. Este delineamento foi retomado pelo Concílio Ecuménico Vaticano II, no capítulo VI da Constituição Sacrosanctum concilium sobre a sagrada Liturgia, onde menciona com clareza a função eclesial da música sacra: «A tradição musical de toda a Igreja constitui um património de inestimável valor, que sobressai entre as outras expressões de arte, especialmente pelo facto de que o canto sacro, unido às palavras, é uma parte necessária e integral da liturgia solene». O Concílio recorda, ainda, que «o canto sacro é elogiado seja pela Sagrada Escritura, seja pelos Padres, seja ainda pelos Pontífices Romanos que recentemente, a começar por São Pio X, sublinharam €com €insistência €a €tarefa ministerial da música sacra no serviço divino».

Continuando, de facto, a antiga tradição bíblica, à qual o mesmo Senhor e os Apóstolos se mantiveram apegados (cf. Mt 26, 30; Ef 5, 19; Cl 3, 16), a Igreja, ao longo de toda a sua história, favoreceu o canto nas celebrações litúrgicas, oferecendo segundo a criatividade de cada cultura, maravilhosos exemplos de comentário melódico dos textos sagrados, nos ritos tanto do Ocidente como do Oriente.

Portanto, foi constante a atenção dos meus Predecessores a este delicado sector, a propósito do qual foram evocados os princípios fundamentais que devem animar a produção da música sacra, especialmente destinada à Liturgia. Além do Papa São Pio X, devem ser recordados, entre outros, os Papas Bento XIV, com a Encíclica Annus qui (19 de Fevereiro de 1749); Pio XII, com as Encíclicas Mediator Dei (20 de Dezembro de 1947) e Musicae sacrae disciplina (25 de Dezembro de 1955); e, finalmente, Paulo VI, com os luminosos pronunciamentos que disseminou em múltiplas oportunidades.

Os Padres do Concílio Vaticano II não deixaram de reforçar tais princípios, em vista da sua aplicação às condições transitórias dos tempos. Fizeram-no num capítulo especial, o sexto, da Constituição Sacrosanctum concilium. O Papa Paulo VI procedeu, pois, à tradução daqueles princípios em normas concretas, sobretudo por meio da Instrução Musicam sacram, emanada com a sua aprovação em 5 de Março de 1967, pela então Sagrada Congregação para os Ritos. É preciso voltar constantemente àqueles princípios de inspiração conciliar, para promover, em conformidade com as exigências da reforma litúrgica, um desenvolvimento que esteja, também neste campo, à altura da tradição litúrgico musical da Igreja. O texto da Constituição Sacrosanctum concilium onde se afirma que a Igreja «aprova e admite no culto todas as formas de verdadeira arte, dotadas das devidas qualidades», encontra os critérios adequados de aplicação nos nn. 50-53 da Instrução Musicam sacram, agora mencionada.

3. Em diferentes ocasiões, também eu me referi à preciosa função e à grande importância da música e do canto para uma participação mais activa e intensa nas celebrações litúrgicas, e sublinhei a necessidade de «purificar o culto de dispersões de estilos, das formas descuidadas de expressão, de músicas e textos descurados e pouco conformes com a grandeza do acto que se celebra», para assegurar dignidade e singeleza das formas à música litúrgica.

Em tal perspectiva, à luz do magistério de São Pio X e dos meus outros Predecessores, e considerando em particular os pronunciamentos do Concílio Vaticano II, desejo repropor alguns princípios fundamentais para este importante sector da vida da Igreja, com a intenção de fazer com que a música sacra corresponda cada vez mais à sua função específica.

4. Em conformidade com os ensinamentos de São Pio X e do Concílio Vaticano II, é preciso sublinhar acima de tudo que a música destinada aos sagrados ritos deve ter como ponto de referência a santidade: ela, de facto, «será tanto mais santa quanto mais estreitamente for unida à acção litúrgica». Por este exacto motivo, «não é indistintamente tudo aquilo que está fora do templo (profanum) que é apto a ultrapassar-lhe os umbrais», afirmava sabiamente o meu venerável Predecessor Paulo VI, comentando um decreto do Concílio de Trento€ e destacava que «se não se possui ao mesmo tempo o sentido da oração, da dignidade e da beleza, a música instrumental e vocal – impede por si o ingresso na esfera do sagrado e do religioso». Por outro lado, a mesma categoria de «música sacra» recebeu hoje um alargamento de significado, a ponto de incluir repertórios que não podem entrar na celebração sem violar o espírito e as normas da mesma Liturgia.

A reforma realizada por São Pio X visava especificamente purificar a música de igreja da contaminação da música profana teatral, que em muitos países tinha poluído o repertório e a prática musical litúrgica. Também nos nossos tempos é preciso considerar atentamente, como evidenciei na Encíclica Ecclesia de Eucharistia, que nem todas as expressões de artes figurativas e de música são capazes de «expressar adequadamente o Mistério acolhido na plenitude da fé da Igrejas». Consequentemente, nem todas as formas musicais podem ser consideradas aptas para as celebrações litúrgicas.

5. Outro princípio enunciado por São Pio X no Motu proprio Tra le sollecitudini, princípio este intimamente ligado ao precedente, é o da singeleza das formas. Não pode existir uma música destinada à celebração dos sagrados ritos que não seja, antes, «verdadeira arte», capaz de ter a eficácia «que a Igreja deseja obter, acolhendo na sua liturgia a arte dos sons».

Todavia, esta qualidade por si só não é suficiente. A música litúrgica deve, de facto, responder aos seus requisitos específicos: a plena adesão aos textos que apresenta, a consonância com o tempo e o momento litúrgico para o qual é destinada, a adequada correspondência aos gestos que o rito propõe. Os vários momentos litúrgicos exigem, de facto, uma expressão musical própria, sempre apta a fazer emergir a natureza própria de um determinado rito, ora proclamando as maravilhas de Deus, ora manifestando sentimentos de louvor, de súplica ou ainda de melancolia pela experiência da dor humana, uma experiência, porém, que a fé abre à perspectiva da esperança cristã.

6. Os cantos e as músicas exigidos pela reforma litúrgica – é bom sublinhá-lo – devem corresponder também às legítimas exigências de adaptação e de inculturação. É evidente, porém, que cada inovação nesta delicada matéria deve respeitar os critérios peculiares, como a investigação de expressões musicais, que correspondam à participação necessária de toda a assembleia na celebração e que evitem, ao mesmo tempo, qualquer concessão à leviandade e à superficialidade. É necessário, portanto, evitar, em última análise, aquelas formas de «inculturação», em sentido elitário, que introduzem na Liturgia composições antigas ou contemporâneas que possuem talvez um valor artístico, mas que induzem a uma linguagem realmente incompreensível.

Neste sentido, São Pio X indicava – usando o termo universalidade – um ulterior requisito da música destinada ao culto: «...mesmo concedendo a cada nação – ele considerava – de admitir nas composições religiosas formas particulares que constituem de certo modo o carácter específico da música que lhes é própria, elas não devem estar de tal modo subordinadas ao carácter geral da música sacra, que ninguém de outra nação, ao ouvi-la, tenha uma impressão negativa». Por outras palavras, o espaço sagrado da celebração litúrgica jamais deve tornar-se um laboratório de experiências ou de práticas de composição e de execução, introduzidas sem uma verificação atenta.

7. Entre as expressões musicais que mais correspondem à qualidade requerida pela noção de música sacra, particularmente a litúrgica, o canto gregoriano ocupa um lugar particular. O Concílio Vaticano II reconhece-o como «canto próprio da liturgia romana»€ à qual é preciso reservar, na igualdade das condições, o primeiro lugar nas acções litúrgicas celebradas com canto em língua latina. São Pio X ressaltava que a Igreja «o herdou dos antigos Padres», «guardando-o ciosamente durante os séculos nos seus códigos litúrgicos» e ainda hoje o «propõe aos fiéis» como seu, considerando-o «como supremo modelo de música sacra». O canto gregoriano, portanto, continua a ser também hoje, um €elemento €de €unidade €na €liturgia romana.

Como já fazia São Pio X, também o Concílio Vaticano II reconhece que «os outros géneros de música sacra, e especialmente a polifonia, não estão excluídos de modo algum da celebração dos ofícios divinos». É preciso, portanto, avaliar com atenção as novas linguagens musicais, para recorrer à possibilidade de expressar também com elas as inextinguíveis riquezas do Mistério reproposto na Liturgia e favorecer assim a participação activa dos fiéis nas diversas celebrações.

8. A importância de conservar e de incrementar o património secular da Igreja leva a ter em particular consideração uma exortação específica da Constituição Sacrosanctum concilium: «Promovam-se com empenho, sobretudo nas Igrejas Catedrais, as “Scholae Cantorum”. Por sua vez, a Instrução Musicam sacram determina a função ministerial da schola: «É digno de particular atenção, para o serviço litúrgico que desenvolve, o coro ou a capela musical ou ainda schola cantorum. No que se refere às normas conciliares da reforma litúrgica, a sua tarefa tornou-se ainda mais relevante e importante: deve, realmente, prover à execução exacta das partes que lhe são próprias, segundo os diversos tipos de cânticos, e favorecer a participação activa dos fiéis no canto. Portanto [...] promova-se com especial cuidado especialmente nas catedrais e ans outras igrejas maiores, nos seminários e nas casas de formação religiosas, um coro ou uma capela musical ou ainda uma schola cantorum». A tarefa da schola não foi diminuída: ela, de facto, desenvolve na assembleia a função de guia e de sustento e, nalguns momentos da Liturgia, desempenha a sua função específica.

Da boa coordenação de todos – o sacerdote celebrante e o diácono, os acólitos, os ministros, os leitores, o salmista, a schola cantorum, os músicos, o cantor e a assembleia – decorre aquele clima espiritual que torna o momento litúrgico realmente intenso, participado e frutífero. O aspecto musical das celebrações litúrgicas, portanto, não pode ser relegado nem à improvisação nem ao arbítrio de pessoas individualmente, mas há-de ser confiado a uma direcção harmoniosa, no respeito pelas normas e as competências, como significativo fruto de uma formação litúrgica adequada.

9. Também neste campo, portanto, se evidencia a urgência de promover uma formação sólida, quer dos pastores quer dos fiéis leigos. São Pio X insistia particularmente sobre a formação musical do clero. Uma insistência neste sentido foi reforçada também pelo Vaticano II: «Dê-se-lhes grande importância nos Seminários, nos Noviciados dos religiosos e das religiosas e nas casas de estudo, assim como noutros institutos e escolas católicas». Esta indicação ainda deve ser plenamente realizada. Portanto, considero oportuno recordá-la, para que os futuros pastores possam adquirir uma sensibilidade adequada também neste campo.

Nesta obra formativa, um papel especial é desempenhado pelas escolas de música sacra, que São Pio X exortava a apoiar e promover, e que o Concílio Vaticano II recomenda a instituir onde for possível. Fruto concreto da reforma de São Pio X foi a erecção em Roma, em 1911, oito anos depois do Motu proprio, da «Pontifícia Escola Superior de Música Sacra», que em seguida se tornou «Pontifício Instituto de Música Sacra». Além desta instituição académica, já quase centenária, que desempenhou e ainda desempenha um serviço qualificado na Igreja, existem muitas outras Escolas instituídas nas Igrejas particulares que merecem ser apoiadas e €incrementadas €para €um €melhor €conhecimento e execução da boa música litúrgica.

10. Dado que a Igreja sempre reconheceu e favoreceu o progresso das artes, não é de se admirar que, além do canto gregoriano e da polifonia, admita nas celebrações também a música moderna, desde que seja respeitosa do espírito litúrgico e dos verdadeiros valores da arte. Portanto, permite-se que as Igrejas nas diversas Nações valorizem, nas composições destinadas ao culto, «aquelas formas particulares que constituem de certo modo o carácter específico da música que lhes é própria». Na linha do meu Predecessor e de quanto se estabeleceu mais recentemente na Constituição Sacrosanctum concilium, também eu, na Encíclica Ecclesia de Eucharistia, procurei abrir espaço às novas formas musicais, mencionando juntamente com as inspiradas melodias gregorianas, «os numerosos e, frequentemente, grandes autores que se afirmaram com os textos litúrgicos da Santa Missa».

11. O século passado, com a renovação realizada pelo Concílio Vaticano II, conheceu um desenvolvimento especial do canto popular religioso, do qual a Sacrosanctum concilium diz: «Promova-se com grande empenhamento o canto popular religioso, para que os fiéis possam cantar, tanto nos exercícios de piedade como nos próprios actos litúrgicos». Este canto apresenta-se particularmente apto para a participação dos fiéis, não apenas nas práticas devocionais, «segundo as normas e o que se determina nas rubricas», mas igualmente na própria Liturgia. O canto popular, de facto, constitui um «vínculo de unidade, uma expressão alegre da comunidade orante, promove a proclamação de uma única fé e dá às grandes assembleias litúrgicas uma incomparável e recolhida solenidade».

12. No que diz respeito às composições musicais litúrgicas, faço minha a «regra geral» que são Pio X formulava com estes termos: «Uma composição para a Igreja é tanto sacra e litúrgica quanto mais se aproximar, no andamento, na inspiração e no sabor, da melodia gregoriana, e tanto menos é digna do templo, quanto mais se reconhece disforme daquele modelo supremo». Não se trata, evidentemente, de copiar o canto gregoriano, mas muito mais de considerar que as novas composições sejam absorvidas pelo mesmo espírito que suscitou e, pouco a pouco, modelou aquele canto. Somente um artista profundamente mergulhado no sensus Ecclesiae pode procurar compreender e traduzir em melodia a verdade do Mistério que se celebra na Liturgia. Nesta perspectiva, na Carta aos Artistas escrevo: «Quantas composições sacras foram elaboradas, ao longo dos séculos, por pessoas profundamente imbuídas pelo sentido do mistério! Crentes sem número alimentaram a sua fé com as melodias nascidas do coração de outros crentes, que se tornaram parte da Liturgia ou pelo menos uma ajuda muito válida para a sua decorosa realização.

No cântico, a fé é sentida como uma exuberância de alegria, de amor, de segura esperança da intervenção salvífica de Deus» (Ed. port. de L' Osserv. Rom. n. 18, pág. 211, n. 12).

Portanto, é necessária uma renovada e mais profunda consideração dos princípios que devem estar na base da formação e da difusão de um repertório de qualidade. Somente assim se poderá permitir que a expressão musical sirva de modo apropriado a sua finalidade última, que «é a glória de Deus e a santificação dos fiéis».

Sei ainda que também hoje não faltam compositores capazes de oferecer, neste espírito, a sua contribuição indispensável e a sua colaboração competente para incrementar o património da música, ao serviço da Liturgia cada vez mais intensamente vivida. Dirijo-lhes a expressão da minha confiança, unida à exortação mais cordial, para que se empenhem com esmero em vista de aumentar o repertório de composições que €sejam €dignas €da €excelência €dos mistérios €celebrados €e, €ao €mesmo tempo, €aptas €para €a €sensibilidade hodierna.

13. Por fim, gostaria ainda de recordar aquilo que São Pio X dispunha no plano prático, com a finalidade de favorecer a aplicação efectiva das indicações apresentadas no Motu proprio. Dirigindo-se aos Bispos, ele prescrevia que instituíssem nas suas dioceses «uma comissão especial de pessoas verdadeiramente competentes em matéria de música sacra». Onde a disposição pontifícia foi posta em prática, não faltaram os frutos. Actualmente, são numerosas as Comissões nacionais, diocesanas e interdiocesanas que oferecem a sua contribuição preciosa para a preparação dos repertórios locais, procurando realizar um discernimento que considere a qualidade dos textos e das músicas. Faço votos a fim de que os Bispos continuem a secundar o esforço destas Comissões, favorecendo-lhes €a €eficácia €no €âmbito pastoral.

À luz da experiência amadurecida nestes anos, para melhor assegurar o cumprimento do importante dever de regulamentar e promover a sagrada Liturgia, peço à Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos que intensifique a atenção, segundo as suas finalidades institucionais, aos sectores da música sacra litúrgica, valendo-se das competências das diversas Comissões e Instituições especializadas nesse campo, como também da contribuição do Pontifício Instituto de Música Sacra. É importante, de facto, que as composições musicais utilizadas nas celebrações litúrgicas correspondam aos critérios enunciados por São Pio X e sabiamente desenvolvidos, quer pelo Concílio Vaticano II quer pelo sucessivo Magistério da Igreja. Nesta perspectiva, estou persuadido de que também as Conferências episcopais hão-de realizar cuidadosamente o exame dos textos destinados ao canto litúrgico, e prestar uma atenção especial à avaliação e promoção de melodias que sejam verdadeiramente aptas para o uso sacro.

14. Ainda no plano prático, o Motu proprio do qual se celebra o centenário, aborda também a questão dos instrumentos musicais a serem utilizados na Liturgia latina. Dentre eles, reconhece sem hesitação a prevalência do órgão de tubos, sobre cujo uso estabelece normas oportunas. O Concílio Vaticano II acolheu plenamente a orientação do meu Predecessor, estabelecendo: «Tenha-se grande apreço, na Igreja latina, pelo órgão de tubos, instrumento musical tradicional e cujo som é capaz de trazer às cerimónias do culto um esplendor extraordinário e elevar poderosamente o espírito a Deus e às coisas celestes».

Deve-se, porém, reconhecer que as composições actuais utilizam frequentemente modos musicais diversificados não desprovidos da sua dignidade. Na medida em que servem de ajuda para a oração da Igreja, podem revelar-se como um enriquecimento precioso. É preciso, porém, vigiar a fim de que os instrumentos sejam aptos para o uso sacro, correspondam à dignidade do templo, possam sustentar o canto dos fiéis e favoreçam a sua edificação.

15. Desejo que a comemoração centenária do Motu proprio Tra le sollecitudini, por intercessão do seu santo Autor, conjuntamente com Santa Cecília, Padroeira da música sacra, sirva de encorajamento e estímulo para aqueles que se ocupam deste importante aspecto das celebrações litúrgicas. Os cultores da música sacra, dedicando-se com impulso renovado a um sector de relevância tão vital, contribuem para o amadurecimento da vida espiritual do Povo de Deus. Os fiéis, por sua vez, expressando de modo harmónico e solene a sua própria fé com o canto, experimentarão cada vez mais profundamente a riqueza e harmonizar-se-ão no esforço em vista de traduzir os seus impulsos nos comportamentos da vida quotidiana. Poder-se-á, assim, alcançar, graças ao compromisso concorde dos pastores de almas, dos músicos e dos fiéis, aquilo que a Constituição Sacrosanctum concilium qualifica como verdadeira «finalidade da música sacra», isto é, «a glória de Deus e a santificação dos fiéis».

Nisto, sirva também de exemplo e modelo a Virgem Maria, que soube cantar de modo único, no Magnificat, as maravilhas que Deus realizou na história do homem. Com estes bons votos, concedo-vos a todos a minha afectuosa Bênção.

Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 22 de Novembro de 2003, memória de Santa Cecília, no vigésimo sexto ano de Pontificado.

1) Pio X, Pontificis Maximi Acta, vol. I, pág. 77.
2) Ibidem.
3) Ibid., n. 1, pág. 78.
4) Ibidem.
5) N. 12.
6) Ibidem.
7) Ibidem.
8) Cf. AAS 59 (1967), pp. 312-316.
9) Cf., por exemplo, Discurso ao Pontifício Instituto de Música Sacra no 90 aniversário de fundação (19 de Janeiro de 2001), 1: Insegnamenti XXIV/1 (2001), pág. 194.
10) Audiência geral de 26 de Fevereiro de 2003, 3: L' Osservatore Romano (ed. port. de 1.3.2003), pág. 124.
11) Concílio Ecuménico Vaticano II, Const. sobre a Liturgia Sacrosanctum concilium, 112.
12) Discurso aos participantes da assembleia geral da Associação Italiana Santa Cecília (18 de Setembro de 1968), em: Insegnamenti VI (1968), pág. 479.
13) Ibidem.
14) N. 50, em: AAS (2003), pág. 467.
15) N. 2, pág. 78.
16) Ibid., pp. 78-79.
17) Const. sobre a sagrada Liturgia Sacrosanctum concilium, 116.
18) Cf. S. Congregação para os Ritos, Instrução sobre a música na sagrada Liturgia Musicam sacram (5 de Março de 1967), 50, em: AAS 59 (1967), 314.
19) Motu proprio Tra le sollecitudini, n. 3, pág. 79.
20) Const. sobre a sagrada Liturgia Sacrosanctum concilium, 116.
21) Cf. Ibid., n. 30.
22) Ibid., n. 114.
23) N. 19, em: AAS 59 (1967), 306.
24) Const. sobre a sagrada Liturgia Sacrosanctum Concilium, 115.
25) Cf. Motu proprio Tra le sollecitudini, n. 28, pág. 86.
26) Cf. Const. sobre a sagrada Liturgia Sacrosanctum Concilium, 115.
27) Pio X, Motu proprio Tra le sollecitudini, n. 2, pág. 79
28) Cf. n. 119.
29) N. 49, em: AAS 95 (2003), pág. 466.
30) N. 118.
31) Ibidem.
32) João Paulo II, Discurso no Congresso Internacional de Música Sacra (27 de Janeiro de 2001), 4, em: Insegnamenti XXIV/1 (2001), pp. 239-240.
33) Motu proprio Tra le sollecitudini, n. 3, pág. 79.
34) Cf. Concílio Ecuménico Vaticano II, Const. sobre a sagrada Liturgia Sacrosanctum Concilium, 112.
35) N. 12, em: Insegnamenti XXII/1 (1999), pág. 718.
36) Concílio Ecuménico Vaticano II, Const. sobre a sagrada Liturgia Sacrosanctum Concilium, 112.
37) Motu proprio Tra le sollecitudini, n. 24, pág. 85.
38) Cf. João Paulo II, Carta ap. Vicesimus quintus annus (4 de Dezembro de 1987), 20: AAS 81 (1989), pág. 916.
39) Cf. João Paulo II, Const. ap. Pastor Bonus (28 de Junho de 1988), 65, em: AAS 80 (1988), pág. 877.
40) Cf. João Paulo II, Carta enc. Dies Domini (31 de Maio de 1998), 50, em: AAS 90 (1998), pág. 745; Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Instr. Liturgiam authenticam (28 de Março de 2001), 108, em: AAS (2001), pág. 719.
41) Institutio generalis Missalis Romani, editio typica III, pág. 393.
42) Motu proprio Tra le sollecitudini, nn. 15-18, pág. 84.
43) Concílio Ecuménico Vaticano II, Const. sobre a sagrada Liturgia Sacrosanctum concilium, 120.
44) Ibid., n. 112.

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